Sex 4 nuns recomenda: Frank Zappa

Olá seus safadinhos!

Frank Zappa de tanga

Frank Zappa de tanga

Essa eu tenho certeza que tanto as freiras quanto as não-freiras gostarão. Um precioso link para o download de toda a discrografia de Frank Zappa aqui!

Para quem não conhece, Frank Zappa era esse galã esbelto aqui do lado, um verdadeiro pedaço de mal caminho para todas as freiras safadinhas que visitam sempre nosso blog.

Ele não era só mais um rostinho bonito: era um gênio prolífico, com mais de 30 álbuns em sua discografia, a maioria um som pirado extremamente bem feito.

Muita guitarra distorcida, muito rock, acid jazz, muitas peças de música orquestrada e até mesmo música eletrônica, baseada em muitos sintetizadores e elementos sampleados.

Além de revolucionário em seu som, tanto em sua carreira solo quando participando da banda Mothers of Invention, foi revolucionário em suas atitudes perante as gravadoras, sendo um recordista de processos judiciais envolvendo suas obras.

Vale citar o caso de 1977, quando, sob contrato com a Warner Bros. fez um álbum de quatro volumes chamado “Läther”, que a gravadora se recusou a lançar. Frente a recusa, Zappa levou a obra para a Mercury e programou lançamento para o Haloween, no que foi impedido por processo judicial movido pela Warner.

Sem desistir, Zappa pegou sua obra e levou para KROQ, uma rádio californiana, e botou os quatro discos para tocar, incentivando no processo que os ouvintes fizessem logo suas cópias em fitas cassete. Um verdadeiro pioneiro da música livre. Um legítimo pirata.

Zappa também atacou em filme. 200 Motels foi uma produção com peças musicais compostas em motéis enquanto excursionava com a banda Mothers of Invention, e contou com Ringo Starr, Keith Moon e a Royal Philarmonic Orchestra. Muita psicodelia, colagem e sobreposição de imagens, composições surreais e citações diversas bem legais, como a Kubrick e Kafka, sempre como forma de contracultura.

De modo geral, os discos de Zappa não são tão inacessíveis como este filme, que às vezes dá até nervoso de tão afetado. Certamente fazia mais sentido nos anos 70. Hoje em dia, fico com alguns ótimos discos como “Freak Out” (1966), “We´re only in it for the money” (1968) e “Hot Rats” (1969). Vale a pena baixar a discografia e ver quais dos muitos discos mais te apetecem.

Inté.

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